Escuto barulho de espadas se chocando, a multidão aplaude e uiva de felicidade.
Sangue escorrendo pelas mãos, roupas rasgadas, escudos trincados e espadas cegas, essa é a nossa vida. Vivemos para divertir essa população fétida, doente e insana. Um golpe errado, a guarda baixa e a luta acaba, um de nós sempre tem que morrer.
Daqui a pouco será a minha vez de fazer a minha parte, morrer ou sobreviver é apenas conseqüência desse jogo. Não temos opção de escolha ou vida, nascemos para isso, morremos nisso!
Já vi irmãos se matando, uma luta incomum e imortal. Essa multidão merece que os governa!
Ouço grunidos na cela ao lado, deve ser o pobre escravo que ganhou a ultima luta, esta chorando de ódio e frustração. Já faz anos que não me iludo mais, se querem sangue, terão sangue. Se quiserem mortes, elas aconteceram.
Arauto de Hades, portador do escudo e espada de Hefesto. Nada pode me deter ou derrotar. Sim, sou indestrutível.
Escuto meu nome sendo clamado pela multidão, minha hora esta chegando e tenho pena de quem ira me enfrentar.
Ao entrar na arena devo me curvar ao meu rei e senhor, pois ele me alimenta e treina.
A multidão esta delirante, insana e macabra, a cada passo dado os gritos aumentam mais e mais. Os presentes clamam por sangue, ele logo ira escorrer!
Faço minha ultima oração aos deuses
Eles apresentam meu adversário e sinto um aperto no peito, é meu irmão de treino, uma pena, pois um de nós deve morrer.
Meu melhor amigo e pior adversário. Devo ser serio e lutar com gosto, pois não posso perder, ainda não!
A luta começa e já sinto que esta ganha, as espadas brilham a luz do sol, um corte e um brilho nos olhos, tenho que ganhar. Alguns golpes fortes e firmes, um corpo no chão.
Levanto-me e saúdo o meu senhor!
Ofereço como presente a cabeça de meu nobre irmão!
Um presente de um servo para seu senhor!
Ao fundo a multidão se regozija feliz e saciada, agora já podem voltar para a podridão de suas casas e vida. Enquanto isso vou me limpar, pois amanha tenho outra luta para vencer até o dia da minha liberdade.
Sangue escorrendo pelas mãos, roupas rasgadas, escudos trincados e espadas cegas, essa é a nossa vida. Vivemos para divertir essa população fétida, doente e insana. Um golpe errado, a guarda baixa e a luta acaba, um de nós sempre tem que morrer.
Daqui a pouco será a minha vez de fazer a minha parte, morrer ou sobreviver é apenas conseqüência desse jogo. Não temos opção de escolha ou vida, nascemos para isso, morremos nisso!
Já vi irmãos se matando, uma luta incomum e imortal. Essa multidão merece que os governa!
Ouço grunidos na cela ao lado, deve ser o pobre escravo que ganhou a ultima luta, esta chorando de ódio e frustração. Já faz anos que não me iludo mais, se querem sangue, terão sangue. Se quiserem mortes, elas aconteceram.
Arauto de Hades, portador do escudo e espada de Hefesto. Nada pode me deter ou derrotar. Sim, sou indestrutível.
Escuto meu nome sendo clamado pela multidão, minha hora esta chegando e tenho pena de quem ira me enfrentar.
Ao entrar na arena devo me curvar ao meu rei e senhor, pois ele me alimenta e treina.
A multidão esta delirante, insana e macabra, a cada passo dado os gritos aumentam mais e mais. Os presentes clamam por sangue, ele logo ira escorrer!
Faço minha ultima oração aos deuses
Eles apresentam meu adversário e sinto um aperto no peito, é meu irmão de treino, uma pena, pois um de nós deve morrer.
Meu melhor amigo e pior adversário. Devo ser serio e lutar com gosto, pois não posso perder, ainda não!
A luta começa e já sinto que esta ganha, as espadas brilham a luz do sol, um corte e um brilho nos olhos, tenho que ganhar. Alguns golpes fortes e firmes, um corpo no chão.
Levanto-me e saúdo o meu senhor!
Ofereço como presente a cabeça de meu nobre irmão!
Um presente de um servo para seu senhor!
Ao fundo a multidão se regozija feliz e saciada, agora já podem voltar para a podridão de suas casas e vida. Enquanto isso vou me limpar, pois amanha tenho outra luta para vencer até o dia da minha liberdade.
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